Como já sabemos, a quarta e última temporada de 3%, sucesso nacional da Netflix chegou ao catálogo nessa sexta-feira (14). Assistimos o final e podemos contar os pontos positivos e negativos No embate final entre o Maralto e a resistência sobrevivente na Concha, liderada por Michelle (Bianca Comparato). 

Um bom começo de temporada:

3-porcento-serie-4-temporada-imagens-data-estreia-1200x720
3% – Netflix/Divulgação

Podemos começar dizendo que a história tem um bom desenvolvimento. Nos primeiros episódios quando se começa a desenhar a narrativa do que vai ser um grande embate entre os dois hemisférios, ficamos prendidos com a trama, principalmente com a liderança tirana de André (Bruno Fagundes), irmão de Michelle que dá um golpe no conselho responsável pelas decisões no Maralto.

O grupo composto por Joana (Vaneza Oliveira), Rafael (Rodolfo Valente), Marco (Rafael Lozaro), Nathalia (Amanda Magalhães) e Elisa (Thais Lago) trazem as cenas mais importantes logo no início, que deixa os espectadores e fãs da série esperando para um final surpreendente – mas infelizmente, ele não vem. 

Alguns pontos da trama foram dignos de serem encerrados, como o final da família Alvares com a ilustre presença de Ney Matogrosso anda a vida um dos integrantes da família. 

A evolução e o retrocesso de alguns personagens:

328549-fernando-rubro-e-xavier-na-terceira-temp-950x0-2
“Xavier” (Fernando Rubro) tem uma das melhores evoluções ao longo da 4 temporada da série – Netflix/Divulgação.

O desenvolvimento de Xavier (Fernando Rubro), personagem aliado de Michelle sem dúvida é um dos melhores da trama. Ele deixa de ser um elemento secundário e passa ser uma peça importante para o desfecho da trama, em um último processo de seleção para o Maralto

Outro personagem que não passa despercebido na trama é o de Aline (Viviane Porto) que tem uma reviravolta ao longo dos episódios, agradando e desagradando os mais fanáticos pela série. Mas ela acaba tendo um final comum e apagado com todo o desfecho da trama, já que no meio do caminho, suas ações são confusas e sem muita continuidade. 

O embate final e o casal fundador:

EdY4VFsXkAAWR1p
Cena do embate final entre André (Bruno Fagundes) e Joana (Vaneza Oliveira) – Netflix/Divulgação

Toda a tirania de André, irmão de Michelle vai sendo construída para um grande embate entre os dois, que não deixa defeitos. O modo como a história de Michelle termina é um bom desfecho para a trama, mas não podemos dizer o mesmo do final dele. 

No final nem André e nem a narrativa do casal fundador convencem o desenrolar da trama, deixando os espectadores com a sensação de “É isso?” . Mesmo com a ideia de criar um desfecho mais dramático como diversas distopias do mesmo estilo adaptados para o cinema, quem espera uma verdadeira guerra fica com uma frustração no último episódio. 

Se você espera um final “OK” de 3%, você vai achar a história muito bem amarrada e construída ao longo do tempo, mas você está indo esperando um final épico, digno do início do roteiro que iniciou a produção, você terá alguns problemas.

A última temporada de 3% tem 7 episódios e já está disponível no catalogo da Netflix Brasil! 

 

 

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s