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Em sua 7º edição no Rio de Janeiro, o festival reunirá  grandes e consagrados nomes que já passaram pelo evento em seus 32 anos de existência. Com sete dias de música, dividos em duas semanas, a cidade do rock, agora situada no Parque Olímpico, terá em seu line- up: Guns n Roses,  Red Hot Chili Peppers, Bon Jovi, Aerosmith, The Who entre outros. Ao total são aproximadamente 179 atrações divididas em seis palcos.

Contudo, algumas escolhas para os palcos Mundo e Sunset dividiram opiniões, inclusive da nossa redação. Dito isso, fizemos uma lista com 5 bandas que deveriam ter entrado no line-up do festival.

Far From Alaska

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A banda de stoner rock é um dos grandes nomes do cenário musical brasileiro atual. Formado em 2012 no Rio Grande do Norte e liderado pela vocalista Emmily Barreto, a banda conquistou inúmeros fãs no Brasil e no mundo afora com apenas dois álbuns.

Com uma sonoridade bem pesada, característica do stoner rock, a banda foge da tentativa de emular outras bandas consagradas do gênero, e também não tenta mesclar o som da banda com outro gênero brasileiro. É um rock “raiz” e sujo, em algumas faixas é possível encontrar outros gêneros como o hard rock e alternativo.

Recentemente a banda lançou seu novo trabalho intitulado “Unlikely” e nesse novo álbum é perceptível o quão grande é o potencial dos jovens de Natal é como seria arrepiante vê-los  em um dos palcos principais do RIR.

Prophets of Rage

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A super banda de rap rock é formada por Tom Morello, Tim Commerford, Brad Wilk (todos do Rage Against the Machine), Dj Lord e Chuck D (Public Enemy), e o rapper B-Real (Cypress Hil). Quem conhece esses nomes já consegue imaginar o peso desse super grupo.

O grupo não foge muito do que o Rage Against the Machine faz, mas apresenta uma pegada mais concentrada no Rap, principalmente no cenário dos anos 80 e inicio dos 90. As letras poderosas de Chuck D e B-Real são perfeitamente encaixadas a genialidade de Tom Morello na guitarra, e guiadas pela forte levada de Tim no baixo, isso tudo  somada a maestria de DJ Lord nas pick –ups e Brad Wilk na bateria.

A banda reúne todos os conceitos e ideologias que cada membro mantinha em seus respectivos grupos, e por isso reforça a teoria que possivelmente houve recusa dos membros de participar de um festival extremamente capitalista como o RIR.

Mas a ideia de sonhar em ver uma banda do porte do Prophets of Rage em um espaço similar a do Rock in Rio é surreal.

O novo álbum do Prophets of Rage, que tem o mesmo nome da banda, já está disponível em todas as plataformas de streaming.

Paramore

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O Paramore pode não ser uma banda de gênero pesado como o Guns N Roses ou Bon Jovi, mas já faz algumas edições que o festival não se importa com isso. Nos primeiros álbuns da banda liderada por Hayley Willians o grupo tinha uma pegada mais presente no hard punk, porém, em seu novo trabalho intitulado “After Laugh” a banda escolheu seguir o caminho do indie rock, e acertou em cheio.

 A nova faceta da banda não só representa o novo momento dos integrantes como deixou as canções mais leves e otimistas. A expectativa dos fãs era grande e a possibilidade da banda se apresentar no mesmo dia que o Fall Out Boy seria um prato cheio para a nostalgia do público mais jovem.

Arcade Fire

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Os canadenses do Arcade Fire são a sensação do cenário musical dos últimos 10 anos. O grupo composto por 8 membros e liderado por Win Butler, fazem um rock alternativo de qualidade com letras saudosistas e enérgicas para shows de festivais.

Outro ponto que favoreceria a vinda do grupo ao RIR é a paixão declarada do vocalista que já  assumiu ser fã da música brasileira, e poderia incluir algumas participações especiais com músicos brasileiros em seu setlist. Mas infelizmente essa vinda não será no festival, e sim em shows próprios no fim do ano em São Paulo e no Rio de Janeiro.

O Rappa

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É oficial, a banda liderada por Marcelo Falcão está a poucos meses de seu fim. O grupo nascido no inicio dos anos 90 no Rio de Janeiro, vem fazendo sua ultima turnê em todo território nacional, é a nossa redação ficou imaginando o quão especial seria ver O Rappa fazendo uma apresentação no palco mundo.

Com letras que abordam questões sociais e política, esse seria o momento mais que oportuno para energizar o público, e ao mesmo tempo, o convite para tocar no festival seria uma forma de homenagear essa grande banda que é O Rappa.

 

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